O tipo de disco que você coloca para tocar, fecha os olhos e entra em outra dimensão.
Quando se fala em música eletrônica, muita gente já torce o nariz e imagina aquele som repetitivo e marcado feito com o propósito único de fazer as pessoas se mexerem nas pistas. Mas existem inúmeras variações do estilo, inclusive algumas muito calmas e reflexivas. É aqui que se encaixa o som do Boards of Canada.
Na ativa desde a década de 1990, o grupo é formado pelos irmãos escoceses Michael Sandison e Marcus Eoin. E “Tomorrow’s Harvest” é o primeiro lançamento inédito da dupla desde um EP de 2006. Para quem não está familiarizado com a sonoridade do Boards of Canada, a bela arte da capa já dá uma amostra do que irá vir pela frente.
O que temos aqui é um trabalho praticamente instrumental cheio de sintetizadores, harmonizações e climas. Mesmo os elementos eletrônicos, inclusive as batidas, são bastante tranquilos e bem colocados. Ou seja, as composições são arrastadas, viajantes e transcendentais.
As faixas são bem conectadas umas nas outras como se fossem uma grande, única e inspirada peça. Só em “Palace Posy”, a décima do repertório, temos uma pegada um pouco diferente, que nos tira do transe iniciado em “Gemini”, que abre o álbum. Mas logo as coisas voltam ao normal e assim seguem até o fim, em uma espécie de trilha sonora capaz de levar o ouvinte para onde ele imaginar.
Ambient, trip hop e downtempo são alguns “termos técnicos” que ajudam a classificar a dupla, mas o fato é que “Tomorrow’s Harvest” é aquele tipo de disco que você coloca para tocar nos fones de ouvido, fecha os olhos e entra em outra dimensão. É para se esquecer do mundo e, por esse motivo, é muito bem-vindo.
Fala a verdade, quem não gosta de uma boa música? Por isso criei esse blog, e nele vou estar postando informações de músicas, shows, músicas em suas datas comemorativas, programas para download e compartilhamento e muito mais!! Espero que gostem, e compartilhem com seus amigos.
Lomadee
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Setup on Fire #12 - Mesa Boogie Dual Rectifier
O programa Setup on Fire tem produção do Território da Música, é apresentado pelo guitarrista Silas Fernandes, músico, produtor e professor nos cursos de guitarra e setup da EM&T, e dirigido por Juninho Carelli, da Foggy Filmes, que também é professor do curso áudio e vídeo na EM&T. Toda segunda-feira tem um novo episódio do Setup on Fire.
domingo, 22 de setembro de 2013
Jason Becker ainda vive
Documentário revira o arquivo da família e atualiza a incrível história do gênio
A história de Jason Becker talvez seja novidade para quem não se interessa por heavy metal nem conhece mais a fundo o universo dos guitarristas. Desse modo, muita gente ficou impressionada com o que viu no documentário “Jason Becker Not Dead Yet”, lançado no ano passado e recentemente exibido no festival In-Edit, em São Paulo.
Mas mesmo quem conhece toda a trágica sequência dos fatos e assistiu a milhares de vezes aos poucos vídeos disponíveis do guitarrista tocando também vai se impressionar. Afinal, pela primeira vez podemos ouvir a história de Becker contada por seus pais e amigos próximos desde o nascimento até os dias de hoje por meio de depoimentos atuais e uma emocionante seleção de fotos e vídeos do arquivo da família.
Fã de Bob Dylan, o músico já reproduzia suas canções desde a mais tenra idade, seguido de solos de Eric Clapton e Van Halen. Aos 14 anos, já era considerado um virtuoso, com uma pegada impressionante e uma sonoridade madura. Logo depois veio o contato com o lendário Mike Varney, fundador da Shrapnel Records e responsável por lançar praticamente todos os “guitar heroes” nos anos 1980.
O próprio Varney conta como ficou impressionado com a fita demo de Becker e como teve a ideia de apresentá-lo a Marty Friedman, culminando no incontrolável projeto Cacophony. Também é muito curioso ver os depoimentos do baixista Jimmy O’Shea e do baterisa Kenny Stavropoulos que tocaram com ele na época - além, é claro, do próprio Friedman.
Uma das partes mais tocantes do documentário, contudo, não é ver Jason Becker imóvel m uma cadeira de rodas (já faz tempo que ele está nessa condição), mas sim acompanhar como foi sua entrada na banda solo de David Lee Roth, que na época significava uma espécie de passaporte para o estrelato e reconhecimento mundial, e a descoberta de que tinha uma doença degenerativa chamada ALS pouco depois.
Ele chegou a gravar o álbum do ex-Van Halen, mas não tinha mais saúde para continuar e substituir Steve Vai na banda. Vale destacar especialmente os trechos em áudio de uma entrevista que Becker deu a um jornalista explicando os motivos pelo qual não poderia fazer os shows com Roth. Quando perguntado no final sobre quem iria sair em turnê em seu lugar, Jason apenas diz: “algum outro cara”.
A história de Jason Becker talvez seja novidade para quem não se interessa por heavy metal nem conhece mais a fundo o universo dos guitarristas. Desse modo, muita gente ficou impressionada com o que viu no documentário “Jason Becker Not Dead Yet”, lançado no ano passado e recentemente exibido no festival In-Edit, em São Paulo.
Mas mesmo quem conhece toda a trágica sequência dos fatos e assistiu a milhares de vezes aos poucos vídeos disponíveis do guitarrista tocando também vai se impressionar. Afinal, pela primeira vez podemos ouvir a história de Becker contada por seus pais e amigos próximos desde o nascimento até os dias de hoje por meio de depoimentos atuais e uma emocionante seleção de fotos e vídeos do arquivo da família.
Fã de Bob Dylan, o músico já reproduzia suas canções desde a mais tenra idade, seguido de solos de Eric Clapton e Van Halen. Aos 14 anos, já era considerado um virtuoso, com uma pegada impressionante e uma sonoridade madura. Logo depois veio o contato com o lendário Mike Varney, fundador da Shrapnel Records e responsável por lançar praticamente todos os “guitar heroes” nos anos 1980.
O próprio Varney conta como ficou impressionado com a fita demo de Becker e como teve a ideia de apresentá-lo a Marty Friedman, culminando no incontrolável projeto Cacophony. Também é muito curioso ver os depoimentos do baixista Jimmy O’Shea e do baterisa Kenny Stavropoulos que tocaram com ele na época - além, é claro, do próprio Friedman.
Uma das partes mais tocantes do documentário, contudo, não é ver Jason Becker imóvel m uma cadeira de rodas (já faz tempo que ele está nessa condição), mas sim acompanhar como foi sua entrada na banda solo de David Lee Roth, que na época significava uma espécie de passaporte para o estrelato e reconhecimento mundial, e a descoberta de que tinha uma doença degenerativa chamada ALS pouco depois.
Ele chegou a gravar o álbum do ex-Van Halen, mas não tinha mais saúde para continuar e substituir Steve Vai na banda. Vale destacar especialmente os trechos em áudio de uma entrevista que Becker deu a um jornalista explicando os motivos pelo qual não poderia fazer os shows com Roth. Quando perguntado no final sobre quem iria sair em turnê em seu lugar, Jason apenas diz: “algum outro cara”.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
John Fogerty: Wrote a Song For Everyone
Clássicos da carreira de John em novas versões com diversos astros do country e do rock
John Fogerty, um dos mais importantes nomes do rock and roll mundial, comemorou seu aniversário de 68 anos mais ou menos da mesma forma que todo mundo faz: reunindo amigos. No caso dele, essa festa foi em estúdio e dela saiu o disco “Wrote A Song For Everyone”, o nono lançamento solo do músico.
O título do disco brinca um pouco com o bordão “John Fogerty wrote this song”, que estampa algumas camisetas do artista e é uma expressão sensacional do quão subestimado seu nome pode ser, quando as pessoas cantarolam, batem o pé no ritmo ou fazem um ‘air guitar’ ao som de músicas do Creedence Clearwater Revival. Pois é, são muitos sucessos compostos, cantados e tocados por Fogerty e “Wrote A Song For Everyone” traz um pouco disso, um pouco de carreira solo e duas canções inéditas.
Pois é, pode ser que até o parágrafo anterior você não tivesse certeza absoluta de quem se tratava o artista em questão, contudo, certamente já cantou muito “Have You Ever Seen The Rain” - disso, tenho certeza. Esta e tantas outras pérolas de John Fogerty, lançadas nos anos 60, ganharam novas versões. “Have You Ever”, por exemplo, teve Alan Jackson como o escolhido para o dueto, com sua voz mais grave e carregada de clichês do country. A mesma linha seguiu Brad Paisley, em sua interpretação de uma da fase pós-CCR: “Hot Rod Heart”, que é sim uma música country e, embora tenha soado mais careta na voz do jovem cowboy, ganhou um interessante duelo de guitarra entre os dois.
Realmente o estilo norte-americano, que sempre fez parte das composições de John, reina em “Wrote A Song For Everyone”, inclusive nas novas “Mystic Highway” e “Train Of Fools”, as únicas em que o dono da festa canta sozinho. Os duetos do estilo ainda se completam com Miranda Lambert e Keith Urban, o que também faz bem às vendas.
Os arranjos são basicamente os mesmos, a guitarra de Fogerty soa perfeita como sempre e sua voz, melhor que nunca! Já na pegada mais roqueira, o cantor convidou o Foo Fighters para fazer “Fotunate Son” em uma versão mais pesada e com o típico vocal intenso e rasgado de Dave Grohl. Bob Seger também entra no time do rock com sua participação na “Who’ll Stop The Rain” em uma base ao piano que deu um brilho extra à faixa. A banda My Morning Jacket gravou “Long As I Can See The Light”, e fez jus à grandiosidade de uma das mais lindas músicas da carreira e também deste novo álbum de John.
Os momentos não tão bons assim, infelizmente ficaram com dois clássicos: “Born On The Bayou”, com Kid Rock, que fez o desfavor de cortar o ‘feeling’ na metade, e “Proud Mary”, com Allen Toussaint e a Jennifer Hudson, que é uma boa cantora, mas numa tentativa de reascender a flama de Tina e Ike Turner, acabou causando um fogaréu descontrolado por conta dos berros exagerados.
No fim das contas o saldo é positivo e John Fogerty, hoje com 68 anos de idade e mais de meio século de carreira, já escreveu uma música para cada um de nós, apreciadores da música. Ele não só ofereceu algumas delas a esses colegas, como gentilmente os colocou em destaque nas interpretações, cantando sempre os primeiros versos. Vale a pena conferir.
John Fogerty, um dos mais importantes nomes do rock and roll mundial, comemorou seu aniversário de 68 anos mais ou menos da mesma forma que todo mundo faz: reunindo amigos. No caso dele, essa festa foi em estúdio e dela saiu o disco “Wrote A Song For Everyone”, o nono lançamento solo do músico.
O título do disco brinca um pouco com o bordão “John Fogerty wrote this song”, que estampa algumas camisetas do artista e é uma expressão sensacional do quão subestimado seu nome pode ser, quando as pessoas cantarolam, batem o pé no ritmo ou fazem um ‘air guitar’ ao som de músicas do Creedence Clearwater Revival. Pois é, são muitos sucessos compostos, cantados e tocados por Fogerty e “Wrote A Song For Everyone” traz um pouco disso, um pouco de carreira solo e duas canções inéditas.
Pois é, pode ser que até o parágrafo anterior você não tivesse certeza absoluta de quem se tratava o artista em questão, contudo, certamente já cantou muito “Have You Ever Seen The Rain” - disso, tenho certeza. Esta e tantas outras pérolas de John Fogerty, lançadas nos anos 60, ganharam novas versões. “Have You Ever”, por exemplo, teve Alan Jackson como o escolhido para o dueto, com sua voz mais grave e carregada de clichês do country. A mesma linha seguiu Brad Paisley, em sua interpretação de uma da fase pós-CCR: “Hot Rod Heart”, que é sim uma música country e, embora tenha soado mais careta na voz do jovem cowboy, ganhou um interessante duelo de guitarra entre os dois.
Realmente o estilo norte-americano, que sempre fez parte das composições de John, reina em “Wrote A Song For Everyone”, inclusive nas novas “Mystic Highway” e “Train Of Fools”, as únicas em que o dono da festa canta sozinho. Os duetos do estilo ainda se completam com Miranda Lambert e Keith Urban, o que também faz bem às vendas.
Os arranjos são basicamente os mesmos, a guitarra de Fogerty soa perfeita como sempre e sua voz, melhor que nunca! Já na pegada mais roqueira, o cantor convidou o Foo Fighters para fazer “Fotunate Son” em uma versão mais pesada e com o típico vocal intenso e rasgado de Dave Grohl. Bob Seger também entra no time do rock com sua participação na “Who’ll Stop The Rain” em uma base ao piano que deu um brilho extra à faixa. A banda My Morning Jacket gravou “Long As I Can See The Light”, e fez jus à grandiosidade de uma das mais lindas músicas da carreira e também deste novo álbum de John.
Os momentos não tão bons assim, infelizmente ficaram com dois clássicos: “Born On The Bayou”, com Kid Rock, que fez o desfavor de cortar o ‘feeling’ na metade, e “Proud Mary”, com Allen Toussaint e a Jennifer Hudson, que é uma boa cantora, mas numa tentativa de reascender a flama de Tina e Ike Turner, acabou causando um fogaréu descontrolado por conta dos berros exagerados.
No fim das contas o saldo é positivo e John Fogerty, hoje com 68 anos de idade e mais de meio século de carreira, já escreveu uma música para cada um de nós, apreciadores da música. Ele não só ofereceu algumas delas a esses colegas, como gentilmente os colocou em destaque nas interpretações, cantando sempre os primeiros versos. Vale a pena conferir.
sábado, 24 de agosto de 2013
RJ: Penedo recebe 8ª edição do festival Winter Jazz & Blues
O distrito de Penedo, localizado no município de Itatiaia, a 159 km da capital do Rio de Janeiro, recebe, a partir desta sexta-feira, a oitava edição do Winter Jazz & Blues. O festival, que se tornou tradicional na região, contará com atrações regionais e nacionais, e se estenderá por todo o mês de julho, com apresentações às sextas-feiras e aos sábados. Disputado por diversos estabelecimentos participantes, o grupo Cassius Clay está entre as bandas favoritas do público, e é apontado como destaque do evento.
Quando surgiu, o Winter Jazz & Blues contava com um número reduzido de locais. Com o aumento da visibilidade, o festival cresceu e, hoje, acontece em cinco bairros da vila colonizada por finlandeses, com apoio da Secretaria de Turismo de Itatiaia. A edição de 2013 é a terceira realizada dentro do novo formato, expandido.
A presença de artistas internacionais ainda é inédita no evento. A organização do festival tem investido recursos na tentativa de trazer um grupo do exterior para Penedo, mas o alto valor dos cachês adiaram a concretização do acerto. Apesar das dificuldades, a assessoria do evento garante que há uma atração estrangeira “engatilhada” para 2014.
O festival integra o circuito repleto de eventos do inverno de Penedo, que atrai muitos turistas nesta época, devido à localização em região montanhosa. A escolha dos estilos musicais para nortear o projeto, segundo a assessoria, se deu com base no gosto musical do público exigente que frequenta Itatiaia.
Os primeiros shows acontecem já nesta sexta-feira, a partir das 21h. Duo Instrumental, no Pub Penedo, Nino Grandi & Blue Train, no D.O.C. Emporium, e Izzy Rider, no Don Castro de Havana, fazem as apresentações de abertura do Winter Jazz & Blues 2013.
SERVIÇO:
Pub Penedo
05/07 – Duo Instrumental
06/07 – Cassius Clay Blues
12/07- Julio Bittencurt
13/07 – Cassius Clay
19/07 – Prima Trio Jazz
20/07 – Mari Biolchini
26/07 – Big Band Jam Session
27/07- Sorveteiro Soviético
Jazz Village
06/07- Daniela Spilmann e Marcelo Gonçalves
13/07 – Dudu Lima Trio
20/07 –Victor Biglione, Victor Bertranri e Alex Rocha
27/07 – Vôo Livre –Francisco Falcon, Paulo Diniz e Marcus Vinicius
D.O.C. Emporium
05/07 – Nino Grandi & Blue Train
06/07 – Ju Cassou
12/07 – Duo in Blue
13/07 – Júlio Bittencourt Trio
19/07 – Fernanda Nascimento & Marco Aurélio
20/07 – Gustavo Holanda & Telecotrio
26/07-Rafael Procaci e Banda
27/07 – Andrea Brandão e Júlio Bittencourt
Don Castro de Havana
05/07 – Izzy Rider
06/07- Nino Grandi
12/07 – Felipe Torres
13/07 – Nino Grandi
19/07- Sandro de Jota
20/07- Izzy Riders
26/07 – Izzy Riders
27/07- Nino Grandi
Pé de Canela
06/07 – Duo Instrumental
07/07 – Trio Blues Riders
13/07- Trio 2ª1
14/07-Cassius Clay
20/07 -Duo Instrumental
21/07 – Figurótico
27/07 – Izzy Riders
28/07- Cassius Clay
06/07 – Cassius Clay Blues
12/07- Julio Bittencurt
13/07 – Cassius Clay
19/07 – Prima Trio Jazz
20/07 – Mari Biolchini
26/07 – Big Band Jam Session
27/07- Sorveteiro Soviético
Jazz Village
06/07- Daniela Spilmann e Marcelo Gonçalves
13/07 – Dudu Lima Trio
20/07 –Victor Biglione, Victor Bertranri e Alex Rocha
27/07 – Vôo Livre –Francisco Falcon, Paulo Diniz e Marcus Vinicius
D.O.C. Emporium
05/07 – Nino Grandi & Blue Train
06/07 – Ju Cassou
12/07 – Duo in Blue
13/07 – Júlio Bittencourt Trio
19/07 – Fernanda Nascimento & Marco Aurélio
20/07 – Gustavo Holanda & Telecotrio
26/07-Rafael Procaci e Banda
27/07 – Andrea Brandão e Júlio Bittencourt
Don Castro de Havana
05/07 – Izzy Rider
06/07- Nino Grandi
12/07 – Felipe Torres
13/07 – Nino Grandi
19/07- Sandro de Jota
20/07- Izzy Riders
26/07 – Izzy Riders
27/07- Nino Grandi
Pé de Canela
06/07 – Duo Instrumental
07/07 – Trio Blues Riders
13/07- Trio 2ª1
14/07-Cassius Clay
20/07 -Duo Instrumental
21/07 – Figurótico
27/07 – Izzy Riders
28/07- Cassius Clay
terça-feira, 13 de agosto de 2013
"São eternas férias. Não é trabalho", diz P9, a nova boyband brasileira
Conheça Jonathan, Gui, Igor e Michael, os meninos que querem conquistar o Brasil e o mundo e lançam o 1º CD no dia 9 de julho
Mochilas jogadas no sofá, um grupo de meninos entre 18 e 19 anos tocando violão e jogando conversa fora em uma das salas da Sony Music. Ao notarem a minha presença no local, se apresentaram um a um, como se estivessémos nos conhecendo em um bar qualquer: beijo no rosto, abraço, cada um dizia seu nome e perguntava se estava tudo bem. Entrevistar Jonathan, Gui, Igor e Michael é bater-papo sem preocupações. Nenhuma pergunta é rejeitada e todas são respondidas com sinceridade, numa vibe carioca de quem curte mesmo surfar, andar de skate e fazer música.
Os meninos da boyband brasileira P9, que estouraram com a música My Favorite Girl, em Salve Jorge, foram descobertos por Jason Herbert e Venus Brown, que já trabalhou com Justin Timberlake e Will.i.am, e tem um quê de One Direction, The Wanted e até Backstreet Boys. Estão ainda encantados com o trabalho dos sonhos que conseguiram. "Tudo o que eu sempre quis desde criança era trabalhar com música. É bom acordar todo dia pensando: não vou trabalhar. São eternas férias. Isso não é trabalho! É diversão", opinou Michael.
Diversão para lá de séria. Eles lançam o primeiro CD, gravado em Nova York, no dia 9 de julho, próxima terça-feira, saem em turnê em setembro e bateram, recentemente, o recorde de visualizações no Vevo Brasil, de vídeo nacional mais visto em 24 horas. O posto anterior era de ninguém menos que Ivete Sangalo. A verdade é que quando se escuta a banda pela primeira vez, todo mundo é capaz de jurar que se trata de qualquer boyband internacional de sucesso. Vozes em coro, letra simples e melodia chiclete, que pega mesmo e você acaba cantarolando o dia inteiro, gostando ou não do estilo pop.
"A gente é assinado pela Sony como artista internacional. Então, a melhor parte do internacional, além de poder cantar em inglês e se comunicar com o mundo, é levar nossa brasilidade para o mundo", contou Igor, o mais falante ao lado de Michael, que é o mais velho, com 19 anos, e sabe se comunicar muito bem, sendo quase o porta-voz do "time".
A única coisa que Michael não pode falar tanto é quando o assunto é o assédio das fãs. Ele tem namorada e acaba sobrando para os outros três conquistar as mulheres que tanto os assediam. "É o seguinte, nós estamos solteiros e, felizmente, abre mais portas mesmo", disse Igor. "Estamos na pista para na negócio", completou Jonathan.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Jornal: Valesca Popozuda investe R$ 200 mil em ex-'The Voice'
Para fazer a carreira de Karol K, que fez parte da equipe de Carlinhos Brown no The Voice Brasil, deslanchar, Valesca Popozuda teria investido R$ 200 mil na cantora. A mineira está se lançando no ramo do funk melody.
O dinheiro gasto foi destinado a implante de 340 ml de silicone, plástica na orelha, megahair, contratação do produtor Batutinha, banda, diretor musical, coreógrafo, figurinista e impressão de 50 mil cópias do CD com a música de trabalho Pedra Preciosa.Para fazer a carreira de Karol K, que fez parte da equipe de Carlinhos Brown no The Voice Brasil, deslanchar, Valesca Popozuda teria investido R$ 200 mil na cantora. A mineira está se lançando no ramo do funk melody.
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